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Veganos: o clube mais pequeno do mundo?

Às vezes, quando ouço ou leio alguns veganos, parece que é como se eles quisessem que o clube dos veganos seja o clube mais pequeno e mais restrito do mundo. Imagino que o que se segue pudesse ser uma possível história do veganismo.

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Humilhar Veganos Prejudica os Animais

Este é um artigo da escritora convidada Drª Melanie Joy, uma psicóloga licenciada em Harvard, autora do livro “Why We Love Dogs, Eat Pigs, and Wear Cows: An Introduction to Carnism” [Porque Amamos Cães, Comemos Porcos e nos Vestimos com Vacas: Uma Introdução ao Carnismo.]” Neste artigo, ela fala daquilo que considera ser um problema principal no nosso movimento: a humilhação de veganos por outros veganos. Este é um texto longo, por isso, sentem-se confortavelmente e demorem o tempo que for necessário para digerir os diversos pontos importantes que ela apresenta.

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Ter razão versus ganhar

Sempre defendi que não é um crime tentar convencer outra pessoa de alguma coisa. No entanto, *é* uma arte. Se acreditarmos que uma coisa é boa e tivermos argumentos racionais para substanciar essa crença, temos todo o direito de apresentar a outros o nosso ponto de vista para tentarmos que mudem (não estamos, como é óbvio, a falar de coerção ou manipulação). O fulcro da questão é fazê-lo de uma forma eficaz.

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Tornar-se vegano: porquê versus como

Pode parecer natural aos proponentes do veganismo falarem às pessoas sobretudo das razões para se tornarem veganas . As organizações veganas dedicam bastante tempo e espaço, no seu material de divulgação, à teoria e aos argumentos veganos (principalmente filosóficos, com alguma informação ambiental e de saúde à mistura). Com demasiada frequência vejo o “como” ser tratado como algo em que pensar depois. A mensagem soa a: estas são as razões, agora desenrasca-te.

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Não a nossa raiva, mas o nosso amor

“Se não estás zangado não estás a prestar atenção”. Conhecem a frase? Ela sugere que a raiva é uma consequência necessária de ser um cidadão consciente, bem informado dos horrores a acontecer no mundo – no nosso caso, aos animais. Neste artigo “raiva” refere-se a raiva manifestada. Não podemos ser criticados por sentimentos, embora possamos aprender a controlá-los.

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Ter-se-ia tornado vegano se…?

Avaliação da realidade: gostaríamos que toda a gente se tornasse vegana, contudo apenas uma ínfima parte da população o faz. Não adianta queixarmo-nos ou afirmarmos que todos os que não se tornam veganos são egoístas, não se preocupam, ou são hipócritas.

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Quão vegano? Ingredientes vs. Resultados

Quando eu comecei a envolver-me nos direitos dos animais por volta de 1990, a pergunta “Quão vegano?” tinha uma resposta simples – ou algo é vegano ou não é. A maneira de saber isso era comparando todos os ingredientes de cada produto com listas de todos os produtos animais possíveis. Esta lista acabou por se tornar um livro, Ingredientes Animais de A a Z, que durante muitos anos foi o livro mais vendido no site Vegan.com.

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Escolher informação para o activismo

Há uma tendência natural para a aceitação pouco criteriosa das afirmações nas quais queremos acreditar. Contudo, a longo prazo, eu acredito que isto faz mais mal do que bem, porque perdemos o apoio de pessoas que acabam por perceber que não somos imparciais, e perdemos hipóteses de convencer pessoas que são intrinsecamente cépticas. Além disso, a maior parte das pessoas está à procura de alguma razão para nos rejeitar. Assim, é de vital importância que apresentemos informação que o público não considere absurda e de fontes que ele não rejeite como parciais.

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Lincoln e o Primeiro Passo

Finalmente vimos o filme Lincoln, e achamo-lo extraordinariamente pertinente. O herói é claramente Thaddeus Stevens (interpretado por Tommy Lee Jones). Mais do que qualquer outra pessoa, ele tinha um motivo para pregar que não devia haver nenhum meio-termo em relação à igualdade, para exigir a total abolição de toda e qualquer discriminação, e insistir em nada menos do que os direitos plenos e totais imediatamente. Ele manifestamente teria razão em enfurecer-se com ódio pelos racistas maldosos no Congresso (mesmo um século e meio depois, sabendo que a História dá razão a Thaddeus, é difícil não ficar indignado ao assistir a uma reconstituição deste debate que está no passado).

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