Artigos

Tu não és a tua audiência

Em muitas das minhas escrituras, publicações e memes sugiro que “tratemos com ligeireza” quando abordamos outrem sobre direitos de animais, tornarmo-nos veganos, etc. Não lhes devíamos sobrepor informação mas sim percebermos o que lhes interessa. Muitos dizem perceber isso mas frequentemente (tal como no outro dia) recebo reações tais como: “ “Então temos que lhes oferecer rebuçados e massagens de forma a que eles oiçam a razão? Merda, continuarei a dizer-lhes o que eles precisam de ouvir mesmo que insistam em fechar os ouvidos” É irónico que esta pessoa escreva “o que eles precisam de ouvir”,

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Estás a pensar perturbar quem come carne num restaurante? Lê isto primeiro.

Direct Action Everywhere (DxE) são os activistas dos direitos dos animais por trás das perturbações em restaurantes que servem carne. A manifestação no Rare Steakhouse em Melbourne, Austrália, no dia 30 de Janeiro de 2018, certamente ganhou destaque nos órgãos de comunicação. Dezenas de manifestantes entraram no restaurante, cantando com megafones e segurando cartazes com fotos de animais em sofrimento. Alguns veganos aplaudem estas tácticas e participam nelas, outros acham que são constrangedoras. Aqui estão alguns pensamentos sobre isso.

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Azeite, Saúde e Activismo

Dez mil milhões de animais (terrestres) vivem e morrem nas mais horríveis condições que se possam imaginar nos Estados Unidos todos os anos. Portanto, os nossos esforços devem obviamente focar-se em convencer as pessoas a consumirem menos…azeite? Parece que ultimamente me deparo com uma quantidade excessiva de comentários anti-azeite de veganos na internet. As pessoas não implicam com o óleo de açafrão ou com o óleo de milho provavelmente porque ninguém anda por aí a recomendar o seu consumo. Mas devido ao facto de alguns especialistas da área da saúde terem tido o atrevimento de insinuar que o azeite (um alimento refinado! uma gordura!) pode fazer parte das dietas saudáveis, este recebe a maior parte do criticismo daqueles que vêem todos os óleos com desconfiança.

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Não há necessidade de os veganos deixarem as gorduras, o glúten, a soja e os alimentos cozinhados

Quando eu peço uma refeição vegana num avião, esta vem invariavelmente com um molho para salada magro. Isto aborrece-me tremendamente. Não só porque, na minha humilde opinião, o molho para salada magro é basicamente intragável, mas porque de certo modo, as dietas veganas tornaram-se sinónimo de alimentação com baixo teor de gordura. Isto não é bom para os veganos ou para os animais que nós queremos ajudar. Tendo em conta o facto de a alimentação vegana estar consideravelmente fora da corrente dominante e que é muito diferente da maneira de comer da maior parte dos americanos, não é surpreendente que muitas pessoas a vejam como difícil e restritiva. (A maior parte das pessoas vê qualquer mudança alimentar como difícil e restritiva.) Fazer com que as dietas veganas sejam o mais acessíveis possível é uma parte importante do activismo.

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«SPEAKING TRUTH TO POWER» (DIZER A VERDADE AO PODER)

Como veganos, o nosso objectivo não é simplesmente levar as pessoas a deixar de comer animais; nós queremos provocar uma mudança revolucionária na consciência social para transformar uma cultura de violência e opressão numa de não-violência e libertação. O nosso objectivo é catalisar uma revolução para mudar o curso da História.

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Veganos: o clube mais pequeno do mundo?

Às vezes, quando ouço ou leio alguns veganos, parece que é como se eles quisessem que o clube dos veganos seja o clube mais pequeno e mais restrito do mundo. Imagino que o que se segue pudesse ser uma possível história do veganismo.

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Humilhar Veganos Prejudica os Animais

Este é um artigo da escritora convidada Drª Melanie Joy, uma psicóloga licenciada em Harvard, autora do livro “Why We Love Dogs, Eat Pigs, and Wear Cows: An Introduction to Carnism” [Porque Amamos Cães, Comemos Porcos e nos Vestimos com Vacas: Uma Introdução ao Carnismo.]” Neste artigo, ela fala daquilo que considera ser um problema principal no nosso movimento: a humilhação de veganos por outros veganos. Este é um texto longo, por isso, sentem-se confortavelmente e demorem o tempo que for necessário para digerir os diversos pontos importantes que ela apresenta.

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Ter razão versus ganhar

Sempre defendi que não é um crime tentar convencer outra pessoa de alguma coisa. No entanto, *é* uma arte. Se acreditarmos que uma coisa é boa e tivermos argumentos racionais para substanciar essa crença, temos todo o direito de apresentar a outros o nosso ponto de vista para tentarmos que mudem (não estamos, como é óbvio, a falar de coerção ou manipulação). O fulcro da questão é fazê-lo de uma forma eficaz.

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Tornar-se vegano: porquê versus como

Pode parecer natural aos proponentes do veganismo falarem às pessoas sobretudo das razões para se tornarem veganas . As organizações veganas dedicam bastante tempo e espaço, no seu material de divulgação, à teoria e aos argumentos veganos (principalmente filosóficos, com alguma informação ambiental e de saúde à mistura). Com demasiada frequência vejo o “como” ser tratado como algo em que pensar depois. A mensagem soa a: estas são as razões, agora desenrasca-te.

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Não a nossa raiva, mas o nosso amor

“Se não estás zangado não estás a prestar atenção”. Conhecem a frase? Ela sugere que a raiva é uma consequência necessária de ser um cidadão consciente, bem informado dos horrores a acontecer no mundo – no nosso caso, aos animais. Neste artigo “raiva” refere-se a raiva manifestada. Não podemos ser criticados por sentimentos, embora possamos aprender a controlá-los.

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